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O BURRO MORTO NO RIO E A EDUCAÇÃO INDUSTRIAL

  O BURRO MORTO NO RIO E A EDUCAÇÃO INDUSTRIAL Há histórias simples que, com o passar dos anos, revelam profundidades que antes não percebíamos. Uma dessas histórias era contada por minha mãe sempre que criticávamos o padre para justificar nossa ausência na missa. Ela dizia: “Um homem caminhava havia dias pelo deserto sem beber água. Exausto, com a garganta seca e o corpo enfraquecido, encontra finalmente um riacho de águas cristalinas. Desesperado pela sede, ajoelha-se e começa a beber. A água era fresca, limpa e tinha um sabor extraordinário. Nunca havia provado algo tão agradável. Depois de matar a sede, ele levanta a cabeça e percebe, alguns metros acima, um burro morto atravessado no curso do riacho. A água que ele acabara de beber passava por dentro da carcaça do animal.” Então minha mãe concluía: “O importante não é o caminho que a água faz. O importante é a sede que ela sacia. O padre não é Deus. É apenas um meio que Deus utiliza para transmitir sua mensagem.” ...

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Por que a sociedade em que vivemos fabrica neuroses?

 

Por que a sociedade em que vivemos fabrica neuroses?

Você já sentiu que, por mais que se esforce, nunca é o suficiente? Vivemos em uma era de cobranças invisíveis, onde a pressa e a perfeição se tornaram moedas de troca. Mas a pergunta que raramente fazemos é: até que ponto o nosso sofrimento emocional é apenas 'nossa culpa' ou um subproduto do sistema?

No artigo de hoje, vamos explorar porque a sociedade em que vivemos fabrica neuroses. Vamos analisar como as redes sociais, o mercado de trabalho e o consumo moldam a nossa mente para um estado de alerta constante, transformando o cotidiano em um gerador de ansiedade.

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